Como fazer um Bolo com 2 Crianças em Casa

31 de maio de 2015

Escolha uma receita de liquidificador.
Esqueça a parte da cobertura ou recheio (Vc quer fazer um bolo ou se tornar a nova cake boss? Seja modesta.)
Unte a forma.
Salve a bb q ia subir as escadas melando as roupas dela de manteiga.
Coloque os ingredientes rapidamente no liquidificador.
Assoe o nariz da pequena com guardanapo de papel.
Bata tudo por 2 minutos e permita-se viver a ilusão de que ninguém chora ou grita.
Desligue o aparelho e perceba q o primogênito brigava com a caçula enquanto vc se iludia.
Dê um grito com o mais velho e se arrependa em seguida.
Acenda o forno e vá resolver o problema entre os dois, desculpe-se, dê beijinhos.
Fique de olho nas crianças.
Fique de olho no forno.
Fique de olho nas crianças…
Pegue a bb no colo por garantia!
Coloque a massa na forma – com a bb no colo, claro!
Chame o maior pra levar a bb pra longe da cozinha.
Ponha o bolo no forno e vá brincar de comidinha por 30-40 minutos. Depende do forno.
Deixe o mais velho lamber o copo do liquidificador e dê luftal ou chá de erva doce,q é mais saudável.
Tire o bolo do forno.
Espere esfriar.
Sejam felizes!
😀
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Como é Bom Bater um Papo Assim Gostoso com Alguém

Eu “precisava” ir ao salão fazer a sobrancelha e o buço (Precisava entre aspas pq ninguém PRECISA tirar pelos do rosto!). Como não tinha – e nunca tenho – com quem deixar as crianças, uma simples ida ao salão parece excursão pra Disney.
Entrei no carro dando inveja àquela rapeize q treina malabares no Aterro do Flamengo: bb, mochila, casaco do primogênito, lancheira, chave do carro – tudo nas mãos. Para dar ainda mais inveja na galera dos malabares, com tudo isso pendurado, ainda fechei o cinto de segurança do João.
Tudo parecia q iria se acalmar quando chegou a hora da verdade:
– Mamãe, conta uma história?
Respondi meio impaciente com a falta de noção – característica da ingenuidade infantil:
– Ah, meu filho, não vai dar não!
– Então, vamos conversar!
Ufa, pensei.
– Boa ideia!
– Qual o assunto? – Ele perguntou.
– Ah, meu filho, vc quem sabe.
– Hummm, vamos falar sobre a natureza!
– Humhum…
– Mamãe, as cobras são muito perigosas!
Eu, num misto de preocupação com distração, não respondi imediatamente. Ele então, como se tivesse feito treinamento com velhinhos da fila preferencial, me perguntou indignado:
– E aí? O q vc me diz?!?
rsrsrs

João Miguel – me fazendo rir aos montes desde março de 2011. 😀

Ê ôô Vida de Mãe…

Mãe rala muito, padece mesmo no paraíso. A gente nem imagina q vai ter a vida sequestrada, q terá de ir ao banheiro com plateia e q um simples banho quentinho poderia ser considerado praticamente um day spa. De tudo só nos resta mesmo comemorar por 2 motivos: a satisfação de estar fazendo a coisa certa e a certeza de q ao morrermos vamos direto pro céu.
Pq… Deixa eu te contar: se eu não for pro céu, eu JURO q volto pra puxar o pé de quem não é mãe!
Pode começar a rezar pela minha alma!
😀

Vacina contra o Rotavírus: Mocinha ou Vilã?

rotavírus
Dia desses ao telefonar para uma amiga para saber como estava sua bbzinha, ela me respondeu: “Um pouco enjoada, é q hj demos a primeira dose da vacina contra o rotavírus.” Pelo telefone fiquei estática, murmurei algo como “hahãn… sei… puxa…” e despedi-me estimando melhoras. Por dentro eu quis dar uma voadora nela, salvar a bb e voar por aí com a minha capa de super mãe Continuar lendo

Colírio de Nitrato de Prata no Olho do Bebê dos Outros é Refresco

colirio

Ser mãe hoje em dia não é nada fácil, tudo culpa da internet. Tudo culpa da internet! Culpa da internet? Explico: desde que a informação se tornou acessível a qualquer mortal q esteja conectado a rede; desde que artigos científicos estão ao alcance dos dedos, dos olhos e perto do coração; desde que as mulheres usam aventais com orgulho, salto alto com estilo e o cérebro com muita eficácia diante do PC, q nós arrumamos sarna, muito mais sarna pra se coçar. Continuar lendo

Entrevista com a Mamãe – Parte II

entrevistaII

Ontem eu publiquei aqui a 1a parte de uma entrevista que dei num grupo de mães no Facebook. Hj trouxe pra cá o finalzinho da tal entrevista.
Nessa 2a parte mais um pouco sobre educação, peito que vira chupeta e cama compartilhada.
Divirtam-se!

16 – Vc como pedagoga, quais as características indispensáveis para uma boa educação (familiar e na escola)?
O amor! A escola pode até nem ser um supra sumo, mas se as professoras forem pacientes e amorosas a criança aprende e se interessa pela vida escolar, tudo passa a fazer sentido. Continuar lendo